31 de janeiro de 2011

COV Nazaré em Marituba e Belem PA

 COV N. Sª DE NAZARÉ. MARITUBA PA


 COV N. Sª DE NAZARÉ. MARITUBA PA
 CAPELA COV N. Sª DE NAZARÉ. MARITUBA PA

ABAIXO UM POUCO DAS BELEZAS DE IQUARACI, DISTRITO DE BELÉM PA






29 de janeiro de 2011

Marituba PA

HISTÓRICO

Marituba é uma cidade localizada no estado do Pará. Encontra-se na microrregião de Belém e na mesorregião Metropolitana de Belém. Esta fica distante da capital do Estado cerca de 13 km e faz limite ao Norte e a leste com o Município de Benevides, ao Sul com os Municípios de Acará e Belém, e ao Oeste com o Município de Ananindeua. Possui mais de 132 mil habitantes e sua área é de 103,279 km². Tendo assim uma densidade de 1285,6 hab./km².

A história da localidade teve seu início quando as terras, onde hoje existe o município, distante 29 km de Belém, foram cedidas pelo governo imperial ao provincial para povoação. Começando nesta mesma época as negociações para a construção da estrada de ferro que ligaria Belém a Bragança, passando pela área. A fundação do município ocorreu em 1997.
O nome da cidade deve-se à grande quantidade de árvores da família das Icacináceas, denominadas umari, esta produz um fruto comestível, chamado de mari. Antigamente, do pedaço do seu tronco era feito uma espécie de instrumento musical (chamado de tuba). Da junção desses dois vocábulos surgiu o nome Marituba (no tupi, “tuba” significa “lugar abundante”).

O Senso 2010 contabiliza no estado do Pará 7.443.904. Marituba é a 9ª cidade em número de habitantes.


Fonte: Site da Prefeitura de Marituba http://www.marituba.pa.gov.br/index.php?exibir=secoes&ID=34 (Acessado em 29/01/2011).

26 de janeiro de 2011

Um pouco mais do RS

 Igreja da cidade de Viadutos RS

 Vista do Santuário Nossa Senhora da Salette em Marcelino Ramos

 Imagens no interior do Santuário Nossa Senhora da Salette em Marcelino Ramos

 Altar Campal - Santuário Nossa Senhora da Salette em Marcelino Ramos

 Santuário Nossa Senhora da Salette em Marcelino Ramos

 Paróquia São João Batista - Marcelino Ramos

 Ponte férrea sobre o Rio Pelotas em Marcelino Ramos RS. Encontro com o Rio de Peixes dando origem ao Rio Uruguai.

 Ponte férrea sobre o Rio Pelotas em Marcelino Ramos RS.

 Vista parcial do Balneário de Marcelino Ramos RS.

Vista panorâmica da Ponte férrea Ponte férrea sobre o Rio Pelotas em Marcelino Ramos RS.

17 de janeiro de 2011

Estivemos reunidos em Assembleia entre os dias 11 e 13 de janeiro em Farroupilha.
Louvor a Deus Pai Providente foi o lema que nos orientou neste ano jubilar.
Deus seja louvado pelos 50 anos de doações dos irmãos e sacerdotes Pobres Servos da Divina Providência.
Mais notícias e o dia a dia da Assembleia você vê aqui:

Boa semana!

PRECE PELOS AMIGOS

Foto: Internet


            Senhor, hoje Te peço pelos meus amigos.
            Por aqueles que estão longe para que sempre sejam guiados pela Tua graça e pela Tua paz. Que eles sintam em seus corações a prece que faço por eles.
            Por aqueles não vejo mais, para que saibam que continuam sendo amigos apesar da ausência.
            Por aqueles que continuam presentes na minha vida. Que sejam abençoados em todos os seus sonhos e necessidades. Que sejam abençoados por  serem presença de vida, alegria e sinais do Teu amor. Que eles aprendam de Ti, nosso Pai, que o “amor é o vínculo da perfeição” (Cl 3,14).
            Por aqueles que se foram, para que gozem do verdadeiro dom da amizade que vem só de Ti.
            Senhor, ensina-nos que a amizade é um dom sagrado que ajuda a entendermos que o verdadeiro amor é que alimenta nossas vidas.
            Faze Senhor que eu ame sempre meus amigos e que eles sejam felizes onde estiverem, pois estarão sempre em minhas preces e no meu coração. Que eles continuem sendo pessoas maravilhosas e que o Teu amor nunca os deixe desamparados. Que encontrem muitos e bons amigos ao longo da vida.
            Ensina-nos, Senhor, a sermos verdadeiros amigos assim como Tu és nosso amigo.
            Amém!

Hermes José Novakoski

Essa é a minha prece por você!

16 de janeiro de 2011

Celebração Jubilar


 Missa no Santário Nossa Senhora do Caravaggio em Farroupilha RS, marca os 50 anos da presença da Congregação Pobres Servos da Divina Providência no Brasil.

Celebração presidida por Dom Jaime, pobre servo, bispo de Osório



LOUVORES A DEUS PAI PROVIDENTE PELOS 50 ANOS DE DOAÇÃO!


14 de janeiro de 2011

FELIZ O HOMEM QUE...


Semeia a paz
Anuncia a Boa Nova do Evangelho
Vive a justiça
Estende a mão ao caído
Planta e cuida da terra
Semeia flores perfumadas e coloridas
Pensa em Deus e nos irmãos
Cultiva a oração
Perdoa a todos
Respeita a família
Recicla o lixo
Recolhe as armas e as transforma em fonte de bem e de vida
Preza pela verdade
Respeita a natureza
Ajuda sem esperar nada em troca
Reparte o pão com quem tem fome
Acende uma luz no caminho
Recolhe as pedras para fazer estradas
Ensina o bem
Protege as florestas
Economiza a energia e a água
Partilha os seus bens
Cura as feridas
Visita os doentes
Acolhe o estrangeiro
Não desperdiça os alimentos
Defende o inocente
Ama a todos
Preserva a dignidade
Ajuda os necessitados.

Feliz serás se fizeres o bem, pois as futuras gerações poderão viver em paz!


Hermes José Novakoski

VIDA RELIGIOSA: AMOR OU LOUCURA

Muitas pessoas têm feito este questionamento: seguir a Vida Religiosa (VR) é um ato de amor ou loucura? A resposta depende do seu ponto de vista. Devolvo a pergunta (pelo menos àqueles que são casados): O casamento é um gesto de amor ou uma loucura? Algumas pessoas sorriem; algumas nada respondem; outras dizem: “É um gesto de amor, pois amamos a uma pessoa, com a qual nos casamos. E quanto a vocês que não podem ter uma pessoa para um relacionamento como fica? Vocês estão deixando de lado algo que faz parte da natureza humana: o amor a uma pessoa.”

Pois é. Amar uma pessoa não significa necessariamente ter a pessoa para si. O amor é sinônimo de liberdade. O egoísmo é que retém as pessoas para si. Querer bem a pessoa amada é deixá-la com liberdade de escolha e decisão.

O que acontece muitas vezes é que quando dizemos que amamos alguém queremos esta pessoa sempre perto da gente. De certa forma controlamos sua liberdade. Queremos que ela vá onde nós vamos, faça o que fazemos, goste daquilo que gostamos. Isso é amor?

Ao nos remetermos à Bíblia, vemos o amor universal que Deus tem pelas pessoas, manifestado na pessoa de Jesus. Muitas pessoas acompanhavam Jesus porque se sentiam bem na companhia d’Ele e não porque Ele as obrigava a ficarem com Ele. Jesus pediu, ensinou e viveu este amor universal. Quis que seus discípulos amassem a todos igualmente, sem distinção ou preconceito. Com isso Jesus mostrou que a natureza humana deve ser educada para viver esse amor. Precisamos educar nosso corpo e silenciar nossos instintos.

Antes de entrar nos votos, gostaria de falar um pouco mais sobre a Vida Religiosa que pode não ser uma ideia brilhante, mas, antes de tudo é um ato de amor. A Vida Religiosa é uma luz para compreender melhor o Evangelho e o seguimento de Jesus, é uma luz neste mundo obscuro que caminha sem rumo e esperança. A VR é uma voz profética. Na sua origem, o desejo dos primeiros religiosos era viverem a aliança do seu batismo de forma radical. A essência da Vida Religiosa está em amar a Deus Pai com toda a mente, coração, entendimento e ao próximo como a si mesmo. Pelo menos este é o convite e a proposta de Jesus.

Segundo Lourenço Kearns a Consagração religiosa “fala de amor. Fala do desejo sincero de amar a Deus compaixão, e de entrar em todo um processo de apaixonamento por Deus, porque descobrimos na contemplação que Deus foi quem primeiro se apaixonou por nós. E por causa do amor a Deus, nosso amor tem de chegar até sinais proféticos de amor ao próximo.” (Teologia da Vida Consagrada, p. 19)

A consagração a Deus é um ofertório contínuo de toda a vida do consagrado. Tudo o que este faz é para louvar a Deus, em quem encontra a razão da sua consagração total.

A Vida Religiosa nos convida a fazermos algumas renúncias manifestadas pelos votos de Castidade, da Pobreza e da Obediência. Estes votos, ou Conselhos Evangélicos, professados pelos religiosos e religiosas são meios que ajudam a viver a Consagração radical a Deus.

Muitos ficam impressionados e perguntam: por que estas privações se estes aspectos fazem parte da natureza humana? Nem todos os nossos desejos precisam ser satisfeitos tais e quais se apresentam a nós. Aprendemos a viver doando tudo o que somos por amor à Deus e aos irmãos.

Como viver, por exemplo a castidade? Pois bem. Pergunto agora: você sabia escrever logo que nasceu? Acredito que não. Você foi aprendendo com o tempo. Assim acontece com suas vontades e desejos. É preciso educá-los.

Temos que aprender a educar nossos instintos e desejos. A castidade, por exemplo, “não significa nem pode significar menosprezo pelo matrimônio ou pela união física entre os cônjuges. Justamente por dar um grande valor a essas coisas, o casto não admite que o instinto sexual aja nele cegamente, sem ser controlado pela razão”. (Pe. Luiz Carlos L. da Cruz).

Falar de castidade hoje é um pouco complicado, ainda mais porque a mídia está toda hora provocando nossos desejos. Mesmo com tanto exagero na TV, jornais, revista, manter-se casto não é uma loucura, como o mundo prega, mas um ato de fé e muito amor. Uma pessoa que busca Deus e têm consciência da grandeza da sua vocação consegue viver assim, porque sabe que a função do ato sexual, não é outra, se não a de gerar filhos. São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios 6,19 diz que o “corpo é templo do Espírito Santo” e para tanto, deve ser respeitado. Aqui está uma boa resposta e um grande convite para se viver a castidade. O respeito pelo próximo que não me pertence e nem pode ser usado como objeto sexual. O outro é templo, morada do Espírito Santo e não objeto dos nossos desejos e instintos. São Paulo prossegue no versículo 20: “Glorificai ao Senhor com vosso corpo”. Glorificai o Senhor com tudo o que somos.

Enfim, amar as pessoas como morada do Espírito Santo e ver estampado nelas o rosto de Deus, nos ajuda a respeitá-las e não fazer delas um objeto de prazer.

Até mesmo os casados são convidados a viverem a castidade. Pe. Luiz C. L. da Cruz diz: “Se todo homem tem o dever de ser casto, pelo simples fato de ser racional, o cristão tem um motivo a mais para cultivar a castidade: ele é templo do Espírito Santo. Seus instintos devem ser governados, não apenas pela razão natural, mas pela graça sobrenatural”. O casto deve ter um brilho maior, resplandecer a luz que vem de Deus; é alguém feliz, e com virtudes.

Porém é claro que ninguém passa a viver do dia para a noite ou por um passo de mágica a castidade (assim como outros conselhos Evangélicos). É um exercício constante e requer atenção e vigilância. A graça de Deus tudo pode, basta se confiar.

Ainda trago as palavras e reflexões do Pe. Luiz, onde diz que a “castidade não é privilégio daqueles que nada sabem sobre o ato sexual (...). Casto é um forte, um herói, cuja fortaleza e heroísmo provocam inveja (...) O casto é um vencedor cuja vitória irrita o impuro que é derrotado pelos próprios instintos”.

A castidade não é um mal, mas um bem que fortalece a pessoa e enriquece seu espírito. É uma virtude dos santos, daqueles que põe Deus em primeiro lugar na sua vida e conseguem, ver no outro o rosto deste mesmo Deus.

Assim como este, também os outros votos, servem para a edificação da pessoa consagrada e para a salvação da sua alma.

A pobreza não significa miséria. Ser pobre é saber fazer uso das coisas que estão a sua disposição, mas que não são suas. Devemos lembrar-nos sempre que não devemos colocar o nosso coração naquilo que temos, nos bens matérias, aí eles serão mais importantes que Deus. Tudo o que temos é útil, mas nada substitui a graça de Deus. O que ocorre em muitos casos é que colocamos mais confiança nas coisas materiais que temos do que no próprio Deus. Os bens materiais jamais substituem os bens espirituais.

Uma pessoa com o voto de pobreza se alegra com o que tem, não reclama a todo o momento daquilo que não tem. Deveria saber controlar-se no uso de todas as coisas que dispõe. Pobreza na Vida Religiosa não é passar fome, mas saber partilhar, esperar, servir.

É desafiador viver o voto de pobreza num mundo que incentiva o ter e o consumismo exagerado. Mas é possível. Temos que educar nossos desejos, vontades e nosso egoísmo que muitas vezes falam mais alto.

“A virtude da pobreza pode se chamar de virtude da esperança, porque é por meio da pobreza que se vive a fraternidade, a partilha e a confiança na Divina Providência o que nos leva a acreditar que o Deus criador nos ama.” (Fonte não localizada).

A obediência é o voto que talvez mais custe viver hoje onde o mundo prega a autonomia e a liberdade, onde sou chamado a fazer da minha vida e do meu tempo o que bem entendo. Se retornarmos ao Evangelho veremos que Jesus veio para fazer a vontade do Pai e nos convida a mesma atitude. Seguir Jesus é viver como Ele viveu e não ficar inventando moda. É viver na radicalidade o Evangelho, o que Ele pregou. Dizia nosso fundador São João Calábria: “ou se vive ou então que se rasgue o Evangelho”. Falar até que é fácil. O difícil é realmente pôr em prática o que se diz. Para isso a Vida Religiosa é chamada a viver essa radicalidade, a ser “Evangelho Vivo”.

A definição teológica diz que “a obediência religiosa na sua dinâmica e no seu dinamismo interior é a consagração total a Deus da própria vontade que causa comunhão intensa com a vontade salvífica do Pai, em imitação de Cristo servo sofredor. Obediência significa doação radical ao Pai, para poder viver o Primado do Absoluto. Obediência, portanto, tem a ver com amor”. (Fonte não localizada). Quem não ama, não obedece, porque vê tudo como obrigação e não convite aos despojamento e caminho de santidade.

O orgulho, o fechamento, o egoísmo, atrapalham a vivência da obediência. Precisamos nos confiar ao Pai, pois somente a Ele pertencemos e d’Ele tudo recebemos para nossa santificação. O que mais desejar que a graça de Deus? Ela nos basta. No voto de obediência aprendemos a beleza da liberdade.

Pela obediência e também pelos demais votos nos tornamos livres e dispostos para a missão. Assim como alguns são chamados a constituir uma família, outros são chamados a viverem a Vida Consagrada.

Antes de tudo, a Vida Religiosa é um ato de amor, confiança, abandono, serviço, entrega total a Deus, de todo o ser: vontade, liberdade e afeto. A Vida Religiosa têm sua missão específica e especial de viver a radicalidade do Evangelho a partir do seu batismo. Este gesto de amor e entrega tem que ser livre e consciente, para que a missão seja realizada com amor total e doação da própria vida pela causa do Reino.

O que pode parecer loucura para alguns é um ato de amor extremo para outros, onde, deixam-se conduzir pelo amor e pela misericórdia de Deus. O consagrado apenas se coloca nas mãos de Deus sem reserva, restrições e é o próprio Deus quem vai conduzindo e fazendo caminhada com a pessoa, sempre respeitando sua liberdade. A atitude da pessoa é abertura para Deus e é Ele quem faz acontecer as maravilhas. É Deus quem opera na vida do consagrado.

Os religiosos não são pessoas perfeitas, mas pessoas abertas para a graça de Deus, buscando em tudo fazer a sua vontade. A Vida Religiosa não é para perfeitos, mas para pessoas que aceitam a ação de Deus na sua vida. Pessoas para a quais basta o Amor de Deus.

Onde está a loucura em tudo isso? Loucura é não deixar Deus fazer na nossa vida o seu plano de amor. Loucura é fugir de Deus pensando que Ele é muito exigente. Loucura é dizer não ao caminho de felicidade: Deus.

Prefiro ser chamado de louco pelos homens, a fugir do amor de Deus!

Continuemos sendo os loucos deste mundo. Afinal, o Evangelho é loucura para os sábios, mas fonte de vida e alegria para os humildes e simples.

Pe. Hermes José Novakoski, PSDP

13 de janeiro de 2011

O SILÊNCIO DOS AMIGOS


Nem sempre conseguimos entender o silêncio dos nossos amigos.
Acostumados com a presença e as palavras, quando eles silenciam nos assustam.
Surgem pensamentos que às vezes nos amedrontam e nos questionam:
- Por que será que eles não falam e nem se manifestam?
Pois é! Esquecemo-nos que também no silêncio a amizade se mantém viva.
Não é a quantidade de palavras nem o tempo da companhia que vão definir a grandeza de uma amizade. Pelo contrário, é no silêncio que a amizade se fortalece.
Se os seus amigos silenciam não é porque não querem mais sua amizade ou estão se afastando de você. Mas é porque eles também precisam da solidão.
O silêncio nos provoca e às vezes nos machuca. Mas é nele que crescemos e nos fortalecemos.
Quando vem o silêncio, é tempo de refletir o que se passou e avaliar.
É no silêncio que as coisas tomam força e forma. E a amizade verdadeira precisa desse silêncio enriquecedor que às vezes pode durar um tempo.
Não precisamos temer o silêncio. Ele pode ser a melhor expressão da amizade, porque para as verdadeiras amizades o silêncio é necessário.

Hermes José Novakoski