24 de novembro de 2016

JÁ É HORA DE DESPERTAR


Estimados irmãos e irmãs. Iniciamos com a liturgia deste primeiro Domingo do Advento o ano litúrgico 2017. A nossa caminhada é retomada e seremos orientados pelo Evangelista São Mateus. Vamos nos dispondo com alegria e esperança desejando que seja um ano de muitas bênçãos e graças. O Senhor nos dá uma nova oportunidade para fazermos os passos necessários e as mudanças pertinentes em nossa caminhada de fé. Todos precisamos avançar sempre. A vida é dinâmica e exige transformações constantes. Que estas nos ajudem a sermos pessoas melhores a cada dia.

Retomando e relembrando que o Advento, para nós cristãos Católicos, é tempo de esperança, expectativa, vigilância, atenção. Tempo oportuno para saber se estamos atentos aos acontecimentos que nos cercam e se conseguimos ver as manifestações do Senhor em tudo o que acontece.

Interessante observarmos como o comércio se antecipa e vai alertando que o Natal está próximo. Vitrines cheias de anúncios e produtos que prometem fazer do seu Natal um dia inesquecível e feliz. Você compra, gasta, dá presentes e isso basta. A felicidade se resume em compras e vendas. O balanço que se faz é sempre a partir dos ganhos das empresas e nunca da realização das pessoas. É claro que a grande maioria gosta e fica feliz com um presente, ainda mais se for de um valor bem alto.

Porém, amados irmãos e irmãs, nós não podemos esquecer que o maior e o melhor presente Deus nos deu: Jesus Cristo, nosso Salvador. Tudo o que o comércio nos oferece é material, passageiro, efêmero. Eles tentam nos mostrar que se nós comprarmos determinados produtos das marcas anunciadas teremos o melhor Natal da nossa vida. Querem que todos acreditem que nos produtos de consumo está a tão sonhada felicidade.

Diante disso, nós temos o dever de mostrar ao mundo, de relembrar as pessoas, que a verdadeira felicidade não está em ter, ganhar ou comprar coisas. É feliz quem tem Deus no coração e com ele tem sentimentos de paz, serenidade, caridade, fraternidade. Que o Natal é partilha e não só acúmulo. Que a vinda de Cristo deve estar no centro de tudo e não o consumismo exagerado. Não é proibido dar e nem receber presentes. Mas estas coisas não devem ser o principal. Talvez, o melhor presente que possamos dar é a oração, um abraço, escutar nossos familiares, aconselhar quem precisa, visitar um doente, alcançar algo aos que tem menos do que nós. São gestos bonitos e que fazem a gente resgatar o verdadeiro sentido do Natal.

Isso está em sintonia com a Palavra de Deus deste Domingo. No Evangelho (Mateus 24,37-44) Jesus recorda o que estava acontecendo com as pessoas no tempo de Noé. Parece que não é muito diferente e distante do que vemos hoje: “todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento”. Hoje para muitos o Natal e a vida se resume em trabalhar, comer, beber, fazer orgias. Consideram isso como viver, ou, como dizer “aproveitar a vida”! Na questão do casamento também se repete a mesma coisa. Muitos vão morar juntos e dizem que estão casados. Isso é uma total falta de respeito ao Sacramento do Matrimônio.

Noé foi salvo porque era temente a Deus e estava atento aos sinais dos tempos, a presença de Deus na sua vida e nos acontecimentos. Ele que buscava a Deus entendia que a vida não se reduzia a estas coisas ligadas aos prazeres e as necessidades humanas a afetivas.

Jesus continua vindo em cada Natal, em cada irmão, na Palavra e na Eucaristia. Porém, quem está preocupado só com as coisas materiais ou carnais não consegue vê-lo. E por não acolher Jesus, sua vida não é transformada.

Jesus alerta: “Ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor.... Ficai preparados!” Eis que precisamos vigiar sempre. O Senhor nos alerta para não sermos surpreendidos. Aos que vivem envoltos nas trevas, as palavras de São Paulo (Romanos 13,11-14a) provocam: “Já é hora de despertar... O dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz”. E a todos nós ele faz este grande apelo: “Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo!”

A nós que estamos atentos, acolhamos o convite do salmista: VAMOS À CASA DO SENHOR pois lá Ele nos espera. Mas não podemos ir de qualquer jeito. A este convite precisamos ir com disposição e alegria pois teremos o encontro com o nosso Deus que vai falar e se dará como alimento na Eucaristia.

Assim iniciamos o nosso caminho de preparação para o Natal e o novo ano litúrgico com disposição, alegria e muito atentos ao que o Senhor vai falar neste tempo. Sua presença é constante em nossa vida e Ele quer nos abençoar e proteger sempre. Vamos acolher o que Ele tem para nós que sempre é a melhor parte para que este Natal seja de muita paz e um tempo de renovação espiritual.

Boa caminhada. Estaremos juntos rezando uns pelos outros e partilhando as inspirações que a Palavra nos provoca. Aqui colocamos alguns pontos. Abra sempre seu coração e deixe a Palavra de Deus te surpreender.

Abençoado Domingo! Uma semana de bênçãos e um tempo de Advento de muita oração!

Pe. Hermes José Novakoski
Pobre Servo da Divina Providência

18 de novembro de 2016

JESUS CRISTO É REI DO UNIVERSO

Estimados irmãos e irmãs. Com a grande solenidade deste Domingo, fechamos o ano litúrgico. É um momento de avaliar como foi a caminhada até aqui. Ao longo deste ano caminhamos seguindo os passos do Mestre iluminados pelo evangelista São Lucas que foi nos guiando com sua sabedoria e recordando os ensinamentos que o Mestre nos deixou.

Ao recordar os gestos de Jesus lá nos Atos dos Apóstolos, Lucas diz que Ele passou pelo mundo fazendo o bem (cf At 10,38). No decurso deste ano que estamos fechando, rezamos, meditamos e aprendemos com o Mestre. Ele fez bem todas as coisas. A todos amou sem distinção porque veio para salvar a todos.

Na cena do Evangelho deste dia, um tanto enigmática, vemos o Rei na cruz. Costumeiramente vemos os reis em tronos de ouro, cercados de súditos que o servem, sendo assistido por muitos e um exército que o protege. Jesus é um rei diferente, um rei misericordioso.

O Mestre quebra com todos estes paradigmas e mostra que o Reinado de Deus não é de servos e senhores, mas de irmãos. O Reinado de Deus não faz distinção ou acepção de pessoas. Todos estão à mesma mesa. Ele mesmo se faz humilde e pequeno para nos mostrar que o caminho da felicidade é o caminho da simplicidade.

Estando na cruz Jesus foi provocado pelos soldados: “Se és rei..., salva-te a ti mesmo!” (Lc 23,37). Jesus poderia ter saído da cruz sozinho? Poderia! Mas Ele não quis fazer espetáculo e nem gerar escravos. Imaginem se Jesus, naquele momento, saísse da cruz. Muitos iam aplaudir e ele seria um Deus mágico que foge do sofrimento. Alimentaria ainda mais a fantasia dos que estavam esperando um rei mágico que resolvesse todos os problemas do povo sem comprometimento.

O que eles não entendiam é que o corpo de Jesus estava crucificado, mas o coração e o espírito estavam livres. É por isso que Jesus, mesmo sofrendo tanto, ainda consegue perdoar seus algozes. Ele em vez de condená-los, os perdoa. Eles é que continuavam escravos dos seus pecados e do sistema que oprimia. Jesus era mais uma vítima, mas não se deixou atingir pelo ódio com que o tratavam e nem mudou seu jeito de ser diante da morte sofrida. Perdoa o que estava crucificado ao seu lado e garante que estarão ainda hoje no paraíso. Este é o nosso Deus! Misericordioso sempre para aqueles que o buscam com confiança!

Toda a vida de Jesus foi uma doação contínua. Ele sempre esteve do lado dos pequenos, marginalizados, prostitutas, cobradores de impostos. Ele não negou perdão a ninguém. Estendeu a mão para todos os que a Ele recorriam mostrando que Deus quer que todos sejam salvos.

Voltando a imagem do rei que a Palavra de Deus coloca nesta Liturgia, vamos olhar a Leitura de Samuel (5,1-3). As tribos de Israel querem que Davi seja rei do povo de Deus. Mas um rei que serve e não que domina: “Tu apascentarás o meu povo!” Então, ser rei, é apascentar, guiar, cuidar, zelar. O Senhor deixa claro, afirmando que o povo é seu e não de Davi. Sendo assim, o rei não é dono nem senhor do povo, mas um instrumento de Deus que para o conduzir.

Neste Domingo também lembramos a missão de todos os fiéis batizados que tem o dever de serem Evangelho vivos nos mais diversos ambientes da sociedade. Nós temos nas mãos o instrumento de transformação da vida das pessoas: o Evangelho. Vivendo-o onde estamos, vamos sendo luz para que outros também sejam iluminados. Olhando para o Mestre, imitemos seus passos, gestos, atitudes. Deixemos que a sua Palavra nos transforme e nos renove. Purifique nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações.

Demos graças a Deus por mais um ano vencido. Por todos os ensinamentos que Ele nos deixou através da sua Palavra. Pela Eucaristia que nos fortalece em nossa fé. Enfim, por tantas graças e bênçãos que recebemos ao longo deste ano.

Hoje a Igreja encerra oficialmente o Ano Santo da Misericórdia. Papa Francisco fechará a porta santa num gesto simbólico, mas a graça e a misericórdia de Deus continuarão sempre de portas abertas para todos nós. Quanta alegria podermos ser amados e perdoados pelo Senhor.

Desejamos que os ensinamentos deste ano nos ajudem a vivermos a misericórdia com todos os nossos irmãos e irmãs. A exemplo de Jesus, que saibamos perdoar sempre.

Agradeço a todos que acompanham estas reflexões e desejo que as bênçãos de Deus continuem vos acompanhando sempre. Sejamos Evangelhos Vivos. Viva Cristo Rei do Universo! Rei de amor!

Abençoado Domingo e abençoada semana!

Pe. Hermes José Novakoski
Pobre Servo da Divina Providência

10 de novembro de 2016

NINGUÉM PODE PARAR A FORÇA DO EVANGELHO

Estimados irmãos e irmãs em Cristo Jesus. Desejo que a graça de Deus esteja sobre você e sua família e que a misericórdia do Pai abrace seu coração todos os dias.

A mensagem do Evangelista Lucas quer provocar em todos nós uma experiência com a pessoa de Jesus. Esta deve ser alegre, pois o amor de Deus nos liberta, perdoa, fortalece, anima. Todos os que se encontram com Jesus, ao longo da narrativa do Evangelho, são transformados e saem deste encontro alegres. Assim deve ser o nosso encontro com o Mestre: encher-nos de alegria e transformar o nosso coração ferido e marcado pelo pecado.

Estamos no penúltimo Domingo do Tempo Comum. A Palavra de Deus, como que em um fechamento dos escritos lucanos, vem falando das consequências dos que aderirem ao Evangelho. Neste Domingo (Evangelho de Lucas 21,5-19) Jesus vai deixando seus alertas aos discípulos e a todos nós: “Cuidado para não serdes enganados!” Em nossa caminhada de fé, muitas e muitas vezes tentarão nos enganar, fazendo com que desanimemos da caminhada que estamos fazendo.

Depois desta exortação, especialmente referindo-se ao fim dos tempos que ninguém sabe e nem saberá o dia, Jesus deixa claro que os discípulos poderão ser perseguidos, presos, traídos assim como Ele foi. Mas nem por isso devem desanimar. A segurando, fortaleza e proteção não virá dos homens, mas de Deus: “Eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater”.

Os planos dos homens sempre vão se opor ao Evangelho. Não foi só no tempo de Jesus que houveram rejeições. Elas continuarão existindo. Os discípulos não devem desanimar e nem abandonar a sua fé. Só quem perseverar até o fim será salvo.

Quando Jesus fala do fim dos tempos não podemos entender que será como os cinemas tantas vezes tentaram e tentarão reproduzir como um dia terrível. Claro, talvez será um dia atormentador para aqueles que não viveram a sua fé; para aqueles que fugiram do amor de Deus por toda a vida. Mas, para quem buscou a Deus e viveu o seu batismo com autenticidade, esse dia será de vitória e libertação, pois seremos acolhidos para sempre nos braços acolhedores do Pai.

Jesus já alerta que muitos tentarão prever o fim. Mas como o mundo não foi criado pelos homens, não depende de cálculos humanos a consumação dos tempos, mas sim da vontade de Deus que tudo fez. Por isso, não precisamos temer e nem nos apavorar, porque quem tem fé não pode ter medo.

As forças do mal tentarão nos intimidar, calar, mas a força do Evangelho é maior e ninguém poderá impedi-lo de se propagar. Cabe a nós vivermos bem a nossa fé a cada dia e fazer com que a força da Boa Nova nos transforme também. O fim, ou melhor, a consumação dos tempos será quando o Evangelho da Salvação chegar a todos os povos, para que estes conheçam a verdade.

Malaquias (3,19-20a), profetizou no século V antes de Cristo. Ele quer mostrar que Deus não abandona o seu povo, ainda que passe por momentos difíceis, mas que vem salva-los: “Para vós, que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo salvação”. Também hoje, mesmo passando por momentos difíceis, não podemos deixar que as forças do mal nos amedrontem ou nos calem. A força do Evangelho, a sua Verdade, é maior que qualquer atitude ameaçadora dos homens.

Caminhando com Jesus, assim como fizemos ao longo destes Domingos, continuemos confiantes em sua misericórdia. Não deixemos que as coisas que não nos competem tirem nossa paz e a nossa alegria. O que devemos fazer bem, é viver cada dia como se fosse o primeiro, único e último.

Vamos ao encontro do Senhor na Palavra e na Eucaristia para continuarmos bem a nossa caminhada e chegarmos ao fim com força e coragem. Só Ele pode nos fortalecer para o combate diário. Só n’Ele encontramos forças e alimentamos a nossa esperança. Por Ele e com Ele vencemos tudo, porque a força do Evangelho ninguém pode parar e ela realiza o que diz.

Abençoado Domingo e uma semana de bênçãos e paz.

Pe. Hermes José Novakoski
Pobre Servo da Divina Providência!


1 de novembro de 2016

Católicos no mundo são quase 1 bilhão e 300 milhões

Por ocasião do Dia Mundial das Missões, celebrado neste domingo, 23, a agência Fides apresentou, como faz todos os anos, algumas estatísticas a fim de oferecer uma imagem panorâmica da Igreja no mundo. Os dados são tirados do último "Anuário Estatístico da Igreja" (atualizado em 31 de dezembro de 2014) e referem-se aos membros da Igreja, às suas estruturas pastorais, às atividades no campo da saúde, educação e assistência. Entre parênteses indica a variação, aumento (+) ou diminuição (-) em relação ao ano precedente, de acordo com a comparação feita pela agência Fides.
População mundial ultrapassa 7 bilhões
Em 31 de dezembro de 2014, a população mundial era de 7.160.739.000 pessoas, um aumento de 66.941.000 unidades, em comparação com o ano anterior. O aumento global também se refere este ano a todos os continentes, exceto a Europa: os maiores aumentos, mais uma vez, estão na Ásia (+37.349.000) e África (+23.000.000), seguidos pela América (+8.657.000) e Oceania (649.000). Diminui a Europa (-2.714.000).
Católicos em todo o mundo são 1.272.281.000
Também em 31 de dezembro de 2014 o número de católicos era de 1.272.281.000, com um aumento global de 18.355.000 milhões de pessoas, menor do que o registrado no ano anterior. O aumento diz respeito a todos os continentes, exceto a Europa: África (+8.535.000) e América (+6.642.000), seguido pela Ásia (+3.027.000) e Oceania (+208.000). Diminui a Europa (-57.000). A percentagem de católicos aumentou em 0,09%, fixando-se em 17,77%. Por continente, houve aumentos na África (+0,38), América (+0,12), Ásia (0,05), Europa (+0,14) e Oceania (+0,09).
Habitantes e católicos por sacerdote
O número de habitantes por sacerdote aumentou também neste ano, um total de 130 unidades, atingindo a cota de 13.882. A repartição por continente mostra, como nos anos anteriores, o aumento na América (+79), Europa (+41) e Oceania (+289); diminuição na África (-125) e na Ásia (-1.100). O número de católicos por sacerdote no mundo aumentou complexivamente em 41 unidades, para um total de 3.060. Há aumentos na África (+73), América (+59), Europa (+22) e Oceania (+83). Diminuição na Ásia (-27).
Circunscrições eclesiásticas
As circunscrições eclesiásticas são 9 a mais do que no ano anterior, chegando a 2.998, com novas circunscrições criadas na África (+1), América (+3), Ásia (+3) e na Europa (+2). A Oceania não teve mudanças.
Os bispos são mais de 5.000
O número total de bispos no mundo aumentou em 64 unidades, chegando a 5.237. Também este ano aumentaram, seja os bispos diocesanos, seja os religiosos. Os Bispos diocesanos são 3.992 (+47); Bispos religiosos são 1.245 (+17). O aumento dos Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes, exceto Oceania (-1): América (+20), Ásia (+9), África (+1) e Europa (+18). Bispos religiosos aumentam em todos os lugares: África (+5), América (+2), Ásia (+3), Europa (+6), Oceania (+1).
Aumenta número de sacerdotes
O número total de sacerdotes no mundo aumentou em 444 unidades em relação ao ano anterior, chegando a 415.792. Assinala uma diminuição substancial mais uma vez a Europa (-2.564) e, em menor medida, a América (-123) e Oceania (-86); os aumentos foram registados na África (+1.089) e Ásia (+2.128). Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram em 765 unidades, chegando a um total de 281.297, com aumentos na África (+1.023), América (+810) e Ásia (+848). A diminuição, também neste ano, verificou-se na Europa (-1.914), e Oceania (-2). Os sacerdotes religiosos diminuíram no total de 321 unidades e são 134.495. Consolidando a tendência dos últimos anos, crescendo na África (+66) e na Ásia (+1.280), enquanto as diminuições afetam a América (-933), Europa (-650) e Oceania (-84).
Diminuem as religiosas
Os religiosos não sacerdotes diminuíram pelo segundo ano consecutivo, em contraste com os anos precedentes, de 694 unidades, alcançando o número de 54.559. Os aumentos foram registrados na África (+331) e Ásia (+66), enquanto diminuem na América (-362), Europa (-653) e Oceania (-76). Também este ano se confirma a tendência à diminuição global das religiosas, este ano ainda mais do que no ano anterior, de 10.846 unidades. O total hoje é de 682.729. Os aumentos são, mais uma vez, na África (+725) e Ásia (+604), as reduções na América (-4.242), Europa (-7.733) e Oceania (-200).