13 de julho de 2017

O PODER DA PALAVRA DE DEUS

Queridos irmãos e irmãs. Eis-nos aqui rezando e refletindo a Palavra de Deus com o seu grande poder de realizar tudo aquilo que diz. Ela nos anima, consola, renova, desafia, transforma, santifica. Tem o poder de realizar tudo isso porque é Palavra de vida eterna, Palavra de Deus!

Na primeira Leitura do Livro do Profeta Isaías (55,10-11) o próprio Senhor diz: “assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la”. Tudo o que o Senhor deseja, assim será, pois a sua Palavra é verdadeira e consacratória, como dizia São João Calábria, ou seja, realiza o que diz.

Esta Palavra, amados irmãos e irmãs, é semeada em nosso coração todos os dias quando a lemos e meditamos. Ela, como já dissemos, tem o poder de nos transformar tornando-nos cada dia melhores filhos e filhas de Deus. Nela encontramos as orientações para que a nossa vida seja vivida com mais sabedoria. Sábio é aquele que medita e vive a Palavra de Deus.

O Senhor está sempre com o coração aberto e fala para nós, pois Ele é Pai que deseja ensinar seus filhos a verdadeira sabedoria. Nosso coração precisa estar atento para colher esta Palavra, pois do contrário, ela não produzirá os frutos necessários. Isso Jesus nos ensina na Parábola narrado pelo evangelista Mateus (13,1-23).

A fala do Mestre inicia indicando ação que o Pai realiza nos terrenos dos corações dos seus filhos e filhas: “O semeador saiu para semear”. Ele continua semeando e semeia com generosidade mesmo sabendo que as vezes nós não acolheremos esta Palavra e não deixaremos que ela produza os frutos.

Como está o nosso coração? Temos cuidado dele para que não seja contaminado por tantas coisas negativas? As vezes fazemos do nosso coração uma lata de lixo, jogando para dentro dele tudo o que não presta. Deveríamos sempre guardar as coisas boas, aquilo que nos edifica, anima, encoraja, santifica. Deus não quer a tristeza e nem o desânimo dos seus filhos e filhas. Ao contrário, Ele deseja a nossa felicidade e o nosso bem. Ele tudo realiza para que nós sejamos alegres e realizados. Deus não nos colocou neste mundo para vivermos infelizes.

Sabemos que a nossa vida é feita de escolhas e as escolhas tem consequências concretas no dia a dia. Colhemos os frutos das nossas escolhas sejam elas certas ou erradas. Colhemos ainda os frutos das escolhas errôneas ou acuradas que o mundo faz, outras pessoas fazem, porque vivemos em comunhão com tudo e com todos e quando fazemos algo bom ou ruim isso repercute em nós mesmos e no mundo.

Por que escolhemos errado? Muito provavelmente erramos nas escolhas quando elas são feitas somente a partir do nosso ponto de vista ou embasadas em nossos sentimentos e desejos. Quando deixamos a Palavra de Deus em segundo plano. Quantas e quantas vezes escolhemos as coisas erradas mesmo sabendo que elas estão erradas porque damos ouvido ao nosso egoísmo. Depois reclamamos das consequências.

Exemplos de escolhas erradas. A Palavra nos ensina a perdoar. Rezamos para que Deus nos perdoe assim como nós perdoamos... Mesmo assim ainda guardamos ódio, rancor, raiva das pessoas. A Palavra diz que Deus é amor e quem permanece no amor em Deus permanece e Deus permanece nele. Ainda assim amamos geralmente aqueles que nos agradam, que fazem o que queremos e como queremos. Aprendemos da Palavra que devemos partilhar. A falta de partilha gera exclusão, miséria, sofrimento. Sabemos, mas as vezes não fazemos. Assim poderíamos enumerar muitos outros exemplos.

Preparemos bem o nosso coração para que saiba acolher a Palavra com alegria e deixar que ela produza todos os frutos de que necessitamos para viver melhor a nossa fé. Tiremos as pedras que deixam nosso coração duro e sem vida; os espinhos que sufocam a Palavra. Peçamos a cura do desinteresse pela Palavra, assim como aqueles que permanecem na beira do caminho, sem querer caminhar e se comprometer com a vida, com as coisas de Deus. As vezes queremos uma fé sem compromisso e um Deus que tudo faz por nós, como se Ele fosse nosso escravo.

Que a Palavra de Deus permaneça em nossos lábios, em nosso coração e em nossa mente. Amém!

Deus abençoe a todos nós!

Saudações

Pe. Hermes José Novakoski
Pobre Servo da Divina Providência

8 de julho de 2017

37 anos da visita do Papa João Paulo II

VIAGEM APOSTÓLICA DO SANTO PADRE AO BRASIL
(30 DE JUNHO - 12 DE JULHO DE 1980)

VISITA DO PAPA JOÃO PAULO II
AO LEPROSÁRIO DE MARITUBA

Belém (Pará), 8 de Julho de 1980

Queridos filhos

1. Desde que anunciei minha viagem ao Brasil e durante a preparação desta viagem, recebi de várias Colônias de hansenianos deste País um bom número de cartas convidando-me para uma visita. Deus sabe quanto gostaria de fazê-lo. Vindo aqui a Marituba, encontrando-vos e saudando-vos com afeto de pai, é como se visitasse nesta hora todas as colônias dos hansenianos do Brasil. Chegue a eles minha palavra para dizer-lhes quanto os estimo, quanto penso neles e rezo por eles.

Bendito seja Deus que nos concede a graça deste encontro. de fato uma graça para mim poder, como o Senhor Jesus de Quem sou ministro e representante, ir ao encontro dos pobres e doentes pelos quais Ele teve verdadeira predileção. Não posso, como Ele, curar os males do corpo mas Ele me dará, por sua bondade, a capacidade de dar algum alívio aos espíritos e corações. Neste sentido desejo que este encontro seja uma graça para vós também. em nome de Jesus que estamos aqui reunidos: que Ele esteja no meio de nós como prometeu (cf. Mt 18, 20).

2. Encontrando-se pela primeira vez e desejando fazer amizade as pessoas costumam apresentar-se. Será que preciso fazê-lo? Já sabeis o meu nome e tendes uma porção de informações sobre a minha pessoa. Mas já que pretendo fazer amizade convosco, faço a minha apresentação: venho a vós como missionário mandado pelo Pai e por Jesus para continuar a anunciar o Reino de Deus que começa neste mundo mas só se realiza na eternidade, para consolidar a fé de meus irmãos, para criar uma profunda comunhão entre todos os filhos da mesma Igreja. Venho como ministro e indigno Vigário de Cristo para velar sobre a sua Igreja; como humilde sucessor do Apóstolo Pedro, Bispo de Roma e Pastor da Igreja Universal.

A Simão Pedro, apesar de fraco e pecador como toda criatura humana, o Senhor Jesus havia declarado em um momento solene que sobre ele como sobre uma Rocha firme haveria de construir a Igreja (Mt 16, 18). Prometeu-lhe também as chaves do Reino com a garantia de que seria ligado ou desligado no céu tudo quanto ele ligasse ou desligasse na terra (cf.Mt 16, 19). Já para voltar ao Pai é ainda a Pedro que ele dirá: “Apascenta minhas ovelhas, apascenta meus cordeiros”(cf. Jo 21, 15ss). Venho como sucessor de Pedro: herdeiro da misteriosa e indescritível autoridade espiritual que lhe foi conferida, mas também da tremenda responsabilidade a ele atribuída. Como Pedro aceitei ser Pastor universal da Igreja desejoso de conhecer, amar, servir todos os membros do rebanho a mim confiado. Aqui estou para conhecer-vos. Devo dizer que é grande o meu afeto por todos e cada um. Estou certo de poder servir-vos de alguma maneira.

3. E vós, quem sois? Para mim sois antes de tudo pessoas humanas ricas de uma dignidade imensa que a condição de pessoa vos dá, ricos cada um da fisionomia pessoal, única e irrepetível com que Deus o fez. Sois pessoas resgatadas pelo sangue daquele a Quem gosto de chamar, como fiz em minha carta escrita à Igreja inteira e ao mundo: o “Redentor do homem”.

Sois filhos de Deus, por Ele conhecidos e amados. Sois já e sereis de agora em diante para sempre meus amigos, amigos muito caros. Como a amigos gostaria de deixar-lhes uma mensagem por ocasião deste encontro que a Providência divina me permite ter convosco.

4. Minha primeira palavra só pode ser de conforto e de esperança. Bem sei que, sob o peso da doença, temos todos a tentação do abatimento. Não é raro perguntar-nos com tristeza: por que esta enfermidade? Que mal fiz eu para recebê-la? Um olhar a Jesus Cristo na sua vida terrena e um olhar de fé, à luz de Jesus Cristo sobre a nossa própria situação, muda nossa maneira de pensar. Cristo Filho de Deus inocente conheceu na própria carne o sofrimento. A Paixão, a Cruz, a morte na cruz o provaram duramente: como anunciara o Profeta Isaías, Ele ficou desfigurado, sem aparência humana (Is 53, 2). Ele não velou nem escondeu seu sofrimento, antes, quando esse era mais atroz pediu ao Pai que afastasse o cálice (cf. Mt 26, 39). Mas uma palavra revelava o fundo do seu coração: “Não se faça a minha vontade mas a Tua!”(Lc 22, 42). O Evangelho e todo o Novo Testamento nos dizem que assim acolhida e vivida a Cruz se tornou redentora.

Não é diverso em nossa vida. A doença é na verdade uma cruz, cruz por vezes bem pesada, provação que Deus permite na vida de uma pessoa, dentro do mistério insondável de um desígnio que foge à nossa capacidade de compreensão. Mas não deve ser olhada como uma fatalidade cega. Nem é forçosamente e em si mesma uma punição. Não é algo que aniquila sem deixar nada de positivo. Ao contrário, ainda quando pesa sobre o corpo, a cruz da doença carregada em comunhão com a de Cristo se torna também fonte de salvação, de vida ou de ressurreição para o próprio doente e para os outros, para a humanidade inteira. Como o Apóstolo Paulo, vós também podeis dizer que completais no vosso corpo aquilo que falta à Paixão de Cristo em benefício da Igreja (cf. Col 1, 24).

Estou certo de que, vista sob essa luz, a doença, mesmo dolorosa e humanamente mortificante, traz consigo sementes de esperança e motivo de reconforto.

5. Minha segunda palavra é um pedido mas ainda mais um convite e um estímulo: não vos isoleis por motivo de vossa enfermidade. Todos aqueles que com dedicação, amor e competência se interessam por vós, talvez até consagrando-vos todo o seu talento, tempo e energias, insistem que nada é melhor do que sentir-vos profundamente inseridos na comunidade dos outros irmãos e não cortados dela. A esses irmãos nós dizemos com a força da convicção: procurai conhecer vossos irmãos hansenianos, ficai próximos a eles, acolhei-os, colaborai com eles, acolhei e procurai sua colaboração. Mas a vós devemos dizer: não recuseis por qualquer motivo inserir-vos no ambiente que vos circunda e que se abre a vós. Senti-vos membros em maior plenitude possível da comunidade humana que cada vez mais toma consciência de que precisa de vós como precisa de cada um de seus membros.

A esta comunidade podeis oferecer, no plano humano, a contribuição dos dons que recebestes de Deus. Dentro dos limites naturais é bastante amplo e variado o campo dessa possível colaboração. No plano sobrenatural que é o da graça, quis recordar-vos há pouco que, em comunhão com o mistério da Cruz de Cristo, a cruz de vossa doença se torna manancial de graças, de vida e de salvação. Seria pena desperdiçar por qualquer motivo este manancial de graças de Deus. Que ele sirva para muitos, sobretudo para a Igreja. Estando na Amazônia onde é intenso e frutuoso o trabalho missionário cujos frutos vós mesmos recebeis, me atreveria a pedir: fazei de vossa condição de doentes um gesto missionário de imenso alcance transformando-a em fonte da qual os missionários podem haurir energias espirituais para seu trabalho.

6. Minha terceira palavra é de confiança: o Papa, junto com toda a Igreja vos estima e vos ama. O Papa assume diante de vós e convosco o compromisso de fazer tudo quanto puder por vós e em vosso favor. O Papa, embora partindo para novas tarefas no quadro desta visita e de sua exigente missão, permanece espiritualmente convosco: queira o querido irmão Dom Aristides Pirovano, vosso grande amigo, queiram os médicos, enfermeiros, assistentes que aqui se devotam, ser os representantes do Papa junto de vós fazendo tudo o que ele faria e como ele faria se pudesse aqui permanecer. Por minha vez quero contar convosco: como peço a ajuda das orações dos monges e monjas e de tantas pessoas santas para que o Espírito Santo inspire e dê forças ao meu ministério pontifical, assim peço também a ajuda preciosa que pode vir da oferta de vossos sofrimentos e de vossa doença. Que esta oferta se una às vossas orações, melhor ainda se transformem em oração por mim, por meus diretos colaboradores, por todos os que me confiam suas aflições e penas, suas necessidades e intenções.

Mas porque não começar logo esta oração?

Senhor, com a Fé que nos destes, vos confessamos
Deus todo poderoso, nosso Criador e Pai providente,
Deus de esperança, em Jesus Cristo, nosso Salvador,
Deus de amor, no Espírito Santo, nosso Consolador!

Senhor confiantes nas vossas promessas que não passam,
queremos vir sempre a Vós, buscar alívio na dor.
Contudo, discípulos de Jesus, não se faca como queremos.
Faça-se a vossa vontade, em todo o nosso viver!

Senhor, agradecidos pela predileção de Cristo
pelos hansenianos que tiveram a dita de O contatar,
vendo-nos neles... vos agradecemos também os favores
em tudo o que nos ajuda, alivia e conforta:
vos agradecemos pela medicina e pelos médicos,
pela assistência e pelos enfermeiros, pelas condições de vida,
pelos que nos consolam e por nós são consolados,
pelos que nos compreendem e aceitam, e pelos outros.

Senhor, concedei-nos paciência, serenidade e coragem;
concedei-nos viver uma caridade alegre, por vosso amor,
para com quem sofre mais do que nós e para com outros que,
não sofrendo, não têm esclarecido o sentido da vida.

Senhor, queremos que nossa vida possa ser útil, servir:
para louvar, agradecer, reparar e impetrar, com Cristo,
pelos que vos adoram e pelos que não vos adoram, no mundo,
e pela vossa Igreja, espalhada por toda a terra.

Senhor, pelos méritos infinitos de Cristo, na Cruz,
“Servo sofredor” e Irmão nosso, ao qual nos unimos,
vos pedimos por nossas famílias, amigos e benfeitores,
pelo bom resultado da visita do Papa e pelo Brasil. Amém.


6 de julho de 2017

APRENDEI DE MIM, PORQUE SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO

Estimados irmãos e irmãs. Com a graça de Deus chegamos a mais um final de semana. Bom podermos nos reencontrar na casa do Senhor e assim manifestar a Ele o nosso louvor e aprender com a sua Palavra.

É de fundamental importância que todos os que estão envolvidos na preparação da santa Missa sempre façam tal preparação iluminados pela Palavra de Deus correspondente ao dia. Muitos escolhem cantos e preparam ambiente sem estar iluminados pela Palavra que permeará o que será celebrado.

Ainda tem grupos de cantos e cantores que escolhem para as celebrações cantos que acham ser bonitos ou que gostam. Este não é o critério para a escolha de cantos. Sempre devem estar em consonância com a Palavra de Deus, pois eles visam ajudar a comunidade a celebrar melhor o mistério Pascal. Nem todos os cantos, chamados de ‘bonitos’, são litúrgicos. Em vez de ajudar, podem até desfocar o objetivo sagrado da santa Missa.

Seria muito bom se todas as pessoas da comunidade pudessem se reunir em algum momento da semana para rezar e partilhar a Palavra de Deus. Isso vem se perdendo ao longo da história e muitos nunca fizeram tal experiência. A Palavra é o alimento essencial dos filhos e filhas de Deus.

Neste final de semana Jesus louva o Pai porque revelou aos pequenos as coisas do céu (Evangelho de Mateus 11,25-30). Sim! Deus revela aos que tem a capacidade de acolher o mistério, não aos que pensam que tudo sabem e que não precisam de Deus e da ajuda dos irmãos.

Continuando, o Mestre faz um convite a todos nós: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso”. Em Cristo todos nós somos acolhidos e amados. O que Ele nos pede não é pesado, mas um ‘fardo’ leve, capaz de ser carregado por todos, pois ele pede de nós o amor, perdão, justiça. Estes princípios não devem ser um peso para nós, mas é o caminho seguro de Salvação. Não podemos fazer da fé, do discipulado um peso, mas viver, como vem insistindo o Papa Francisco, com alegria e entusiasmo o ser cristão. Pois Deus quer a vida e a felicidade dos seus filhos e filhas e não que eles sejam tristes e amargurados.

Outro convite que Jesus faz é para que aprendamos com Ele a sermos verdadeiros discípulos, pois Ele é “manso e humilde de coração”. Precisamos ser mansos, pois não é pela violência que as coisas se resolvem. A paz não pode ser almejada utilizando-se de meios de destruição da vida. O Filho de Deus é humilde, simples. Que grande ensinamento Ele nos deixa. Por que as vezes alimentamos em nosso coração a soberba se Jesus foi simples e pequeno? Por que queremos ser orgulhosos se o Filho de Deus foi humilde? Por que queremos os primeiros lugares ou os mais altos cargos e funções se o Messias nos ensinou a sermos os últimos? Provavelmente ainda não compreendemos o que é ser cristão. Ser cristão, não é status, mas serviço.

Finalizamos com as palavras sábias de São Paulo aos Romanos (8,9.11-13): “viveis segundo o espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós”. Iluminados pelo Espírito de Deus recebido no Batismo, somos convidados a viver sempre mais perto da graça de Deus e a nos identificarmos em tudo com Jesus. Imitar suas práticas, viver seus ensinamentos é um dever de todos os cristãos.

Então vamos ao seu encontro para escutar sua Palavra e recebe-lo na sagrada Eucaristia. Em Cristo somos mais fortes e nos tornamos mansos e humildes, como Ele é.

Abençoado Domingo e uma semana de paz, mansidão e humildade. Exercitemo-nos nestas boas práticas.

Saudações.
Pe. Hermes José Novakoski
Pobre Servo da Divina Providência